Indicação é o melhor canal que existe — e o menos controlável. Clínica que só depende dela oscila muito de mês para mês. A saída é somar dois ou três canais previsíveis.
Canal 1: presença local
Perfil no Google Business Profile completo, com endereço, horário, fotos reais da clínica e avaliações recentes. Boa parte das buscas por fisioterapia é local e termina no mapa, não no site.
Canal 2: parcerias clínicas
- Ortopedistas, neurologistas, dentistas (para DTM) e educadores físicos da região.
- Academias e estúdios de pilates que precisam encaminhar quadro com dor.
- Empresas locais para ginástica laboral e saúde ocupacional.
- Chave da parceria: devolver relatório de evolução para quem encaminhou. Sem retorno, não há segundo encaminhamento.
Canal 3: conteúdo próprio
Poucos temas, bem explicados, respondendo dúvida real de quem está com dor e não sabe se precisa de fisioterapia. Conteúdo educativo, sem prometer resultado nem substituir avaliação.
Canal 4: a base que você já tem
Pacientes com alta há mais de seis meses são o público mais barato de reativar. Uma comunicação simples de acompanhamento, com consentimento registrado, costuma render mais que campanha paga.
Meça o que entra
Pergunte na recepção como o paciente chegou e registre. Sem essa pergunta, você investe às cegas por anos.
