A maior resistência à migração não é tecnológica: é o medo de perder velocidade em semana cheia. Um plano por etapas resolve isso.
Etapa 1 — cadastro primeiro
Migre só a base de pacientes (nome, contato, documento, convênio), normalmente via planilha. Isso já elimina o retrabalho da recepção e não interfere no atendimento.
Etapa 2 — agenda
Passe a agenda inteira para o sistema em uma data de corte definida. Agenda dividida entre papel e tela por muito tempo gera marcação duplicada.
Etapa 3 — registro novo no digital
A partir da data de corte, todo atendimento novo é registrado no sistema. O histórico antigo permanece arquivado e é digitalizado sob demanda, quando o paciente retorna.
O que fazer com o papel antigo
Não descarte: o prazo de guarda continua valendo. Arquive de forma organizada e controle o acesso físico com o mesmo rigor do digital.
Treinamento que pega
Treine por função, com o caso real de cada pessoa, e escolha um responsável interno para tirar dúvidas na primeira quinzena. Vídeo genérico não substitui isso.
